quinta-feira, 25 de outubro de 2007

87% dos brasileiros reprova totalmente o aborto, mas abortistas fingem não perceber

Só 3% dos brasileiros acha o aborto "moralmente aceitável" e 87% o reprova totalmente. Os resultados foram colhidos pela Datafolha. A Datafolha, é propriedade da Folha de São Paulo jornal visto pela agência Católica Internacional como "o mais abortista do país". A fonte é portanto insuspeita.
Leia a integra.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Marcas ligadas à nobreza e monarquia são as preferidas dos paulistas


Nas melhores listas de casamento em São Paulo prefere-se as marcas ligadas às cortes européias. Em matéria de prataria, a mais em vista é a francesa Christofle (foto), que desde 1830 fornece os melhores castelos europeus. Em matéria de cristais, sobressai a Baccarat, que desde 1764 fabrica na França “o cristal da realeza”. Também são muito procurados os cristais tchecos da Moser, casa “preferida da rainha Vitória” no auge do poder imperial inglês. Essas coroas, cortes e a requintada vida de castelo — salvo prestigiosas exceções — desapareceram no século XX. Entretanto, o modelo de vida que elas praticaram, profundamente embebido de tradições católicas, impressiona até nossos dias.

Universitários americanos repudiam Ahmadinejad


O presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad foi falar na famosa Universidade Columbia de Nova York, a convite do reitor Lee Bollinger. Nos tempos da guerra do Vietnã ele teria sido recebido por agitadores pacifistas e anti-americanos e teria saído coberto de prestígio pela mídia. Ocorreu, porém, o contrário. Os estudantes foram em massa a protestar contra ele, hipotecando solidariedade com os soldados que lutam no Iraque. Até o reitor que o tinha convidado virou casaca e o tratou de “ditador cruel e mesquinho”.

Ahmadinejad não arredou e repetiu os desaforos que vêm tensionando o mundo. A multidão dos alunos patriotas mostrou que na juventude americana o ambiente não está para muitas concessões políticas ou bélicas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

“O público quer mesmo é ler sobre a família imperial”


Chegada de João VI ao Rio de Janeiro

2008 ainda não começou. Mas já está desencadeado o que um jornal paulista chamou de “tsunami” de livros a respeito do 2º centenário da mudança da Corte portuguesa para o Brasil. O acontecimento foi transcendental para a formação do País a posterior criação do Império e a consolidação da unidade nacional.

Por quê tanto livro sobre esse acontecimento de que a mídia e a literatura oficial até há pouco quase não falavam ou mencionavam secamente?

A pesquisadora Mary Del Priore, professora titular aposentada da USP e autora de um dos novos livros sobre o bicentenário, explicou: “penso que os brasileiros são apaixonados pelo assunto e enquanto a maioria dos historiadores pesquisa sobre assuntos eco-nômicos ou políticos, o público quer mesmo é ler sobre a família imperial”.

De fato é só ver o que a TV e os jornais espalham para ter vontade de ir correndo a devorar livros sobre a família imperial. Ai há certeza de achar coisas hoje raras: dignidade, compostura, nobreza, bom senso e brasileridade.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Universitária católica salva vidas dissuadindo mulheres que vão a abortar

“Sidewalk counselor” (literalmente conselheiro que caminha ao lado) é o que define o apostolado de Cassidy Bugos, estudante universitária católica. Ela fica do lado de fora da clínica de abortos da Planned Parenthood em Washington e quando se aproxima uma mulher para abortar, ela se põe do lado, caminha junto com ela e a esclarece da verdadeira dimensão do ato horroroso que vai cometer. Cassidy é mais uma de outras voluntárias pela vida que fazem isso.

Cassidy teve que se vencer a si própria para criar coragem. Mais acabou conseguindo. O que dizer em poucos segundos? Cassidy descobriu. Os companheiros da infeliz mulher tentam dissuadí-la? Cassidy não se importa. Cassidy viu no olhar de todas as mulheres — ricas ou pobres, moças ou maduras — um profundo mal-estar, e seu coração se rachou de dor cada vez.

Ela presenciou “viradas” que pagaram todos seus esforços. Uma vez, uma mulher de nome Anne-Marie caiu em lágrimas dizendo: “Não posso faze-lo, não posso faze-lo, eu sou uma católica”. E salvou a vida do filho. Cassidy publicou suas experiências no jornal estudantil The Rambler. Elas foram reproduzidas no site Lifesitenews.