terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A Sagrada Família na noite de Natal: quanta pobreza, e quanta glória!


Uma dinastia que perdeu o trono e a riqueza tem em São José um rebento que vive na pobreza. A Santíssima Virgem aceita esta situação com uma paz perfeita.

Ambos se empenham em manter uma existência ordenada e composta nessa pobreza, porém suas mentes estão cheias, não de planos de ascensão econômica, de conforto e prazeres, mas de cogitações referentes a Deus Nosso Senhor.

Para seu Filho, a Sagrada Família apresenta uma gruta para primeira morada e uma manjedoura por berço.

Mas o Filho é o próprio Verbo Encarnado, para cujo nascimento a noite se ilumina, o Céu se abre e os Anjos cantam, e a Quem dos confins da terra vêm Reis cheios de sabedoria oferecer ouro, incenso e mirra...

Quanta pobreza, e quanta glória!

Glória verdadeira porque não é "cotação" junto aos homens meramente utilitários e farisaicos de Jerusalém, que apreciam os outros segundo a medida de suas riquezas, mas uma glória que é como o reflexo da única verdadeira glória: a de Deus no mais alto dos Céus.

Imagine-se, pois, uma sociedade temporal toda impregnada dessa alta, majestosa e forte nobreza, reflexo da sublimidade de Deus.

Uma sociedade em que tanta elevação estivesse indissoluvelmente ligada a uma imensa bondade, de tal maneira que, quanto mais crescessem a força e a majestade, tanto mais cresceriam a comiseração e a bondade.

Que suavidade, que doçura -- em uma palavra, que ordem!

Que ordem, sim... e quanta paz. Pois o que é a paz senão a tranqüilidade na ordem (cf. Santo Agostinho, XIX De Civ. Dei, cap. 13)?

A estagnação no erro e no mal, a concórdia com os soldados de Satanás, a aparente conciliação entre a luz e as trevas, por isto mesmo que conferem cidadania ao mal, só trazem desordem e geram uma tranqüilidade que é a caricatura da verdadeira paz.

A paz verdadeira só existe entre os homens de boa vontade, que procuram de todo o coração a glória de Deus.

E por isto a mensagem de Natal liga uma coisa à outra:

"Glória a Deus no mais alto dos Céus, e na terra paz aos homens de boa vontade" (Lc. 2, 14).

Plinio Corrêa de Oliveira, "Catolicismo" Nº 108 - Dezembro de 1959

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sábado, 20 de dezembro de 2008

No Japão, apoteose na beatificação de 188 mártires


30.000 pessoas assistiram em Nagasaki à beatificação de 188 mártires católicos mortos entre 1603 e 1639.

Após o início da evangelização do Japão por São Francisco Xavier, o número dos católicos cresceu admiravelmente.

O shogun Tokugawa, pagão, em 1614 expulsou os missionários, fechou o país aos estrangeiros, proibiu o catolicismo e mandou exterminar os fiéis.

Milhares de todas as classes sociais, inclusive samurais [foto de samurai com o terço no pescoço], foram decapitados, crucificados ou queimados vivos.

Muitos, entretanto, perseveraram privados de sacerdotes e igrejas, durante dois séculos e meio.

Em 1873 os missionários estrangeiros encontraram 26.000 descendentes dos “cristãos escondidos”.

Hoje os católicos japoneses são perto de 500.000 e pertencem sobre tudo às classes mais cultas.

O inferno tudo tentou para extinguir o catolicismo nipônico, mas fracassou.

Hoje o progressismo tenta desmontar a Igreja por dentro, mas no fim de tudo, verificar-se-á que foi em vão e que a Igreja ressurgirá com renovado esplendor.



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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Abadia trapista volta ao esplendor dos ritos tradicionais e recupera a vida


O mosteiro trapista de Mariawald, em Eifel, diocese de Aachen, Alemanha, foi o primeiro a retornar ao rito tradicional, ou “extraordinário”.

O fato aconteceu na festa da Apresentação de Nossa Senhora ao Templo, em 21 de novembro.

Tratou-se de um acontecimento único na história da Igreja.

O mosteiro já fora fechado no tempo da Kulturkampf anti-católica do século XIX e pelo nazismo.

Porém tal vez nunca correu tanto perigo quanto no período pós-conciliar, quando após adotar o liturgicismo progressista na moda, viu a disciplina cair em pedaços, os frades apostatarem e as vocações caírem em número assustador.

As negras perspectivas da abadia mudaram agora quando voltaram à antiga disciplina e liturgia com a aprovação da Santa Sé.


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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Pinheiro natalino, tradição católica medieval, empolga os alemães


No Natal, 88% dos alemães enfeitam suas casas com um pinheirinho.

Eles empregam mais de 1,5 bilhão de reais em mais de 28 milhões de árvores tiradas de 38 mil hectares plantados para este fim — informou a Deutsche Welle.

Clique para ouvir os meninos cantores de Viena ("Still, still"):






Muitas famílias derrubam a própria árvore. A variedade preferida é abeto do Cáucaso.

A tradição de enfeitar árvores no Natal provém da Idade Média.

A cidadezinha alsaciana de Sélestat é uma das que reivindicam a paternidade da tradição.

Segundo a tradição local, numa noite de Natal, o imperador Carlos Magno pernoitou na localidade e mandou ornar uma árvore para comemorar o nascimento do Menino-Deus.

A partir de então, Sélestat instala solenemente uma árvore natalina na sua igreja principal.




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sábado, 22 de novembro de 2008

Jovem narra o auxílio da graça divina para impedir a profanação da Sé de Neuquén, Argentina

Defesa da Catedral de NeuquénEm 17 de agosto p.p. uma centena de jovens argentinos evitou que a Catedral de Neuquén (capital do Estado onde fica Bariloche) fosse profanada por uma marcha de abortistas, lésbicas e feministas reunidas pelo governo populista argentina no XXIII Encuentro Nacional de Mujeres (ENM).

Tentativa de profanação da catedral, Neuquén, ArgentinaAs ativistas abortistas-lésbicas-feministas, acompanhadas de alguns protetores masculinos disfarzados de sacerdotes atacaram com insultos, blasfêmias, pedras e atos indignos.

Os jovens ficaram impávidos rezando o terço e impedindo o acesso à Catedral.

Pablo, 21, foi um deles. Ele contou que os jovens estavam num encontro. Sabendo do perigo, só 100 deles foram defender a Sé.

“Tudo durou uma hora e quarenta minutos. Foi terrível, berravam, cuspiam, jogavam latas, aerossóis e pedras, rasgaram a bandeira argentina e atearam fogo nela. Nós só rezávamos a Ave Maria sem parar. Pedindo por cada criança abortada, pela Igreja e em reparação pelas blasfêmias”.

Homossexual faz parodia de benção sacerdotalEntretanto, acrescentou, “nos invadia uma paz extraordinária que não podia vir se não de Nosso Deis e Senhor que nos consolava”.

“Nós fomos dispostos a resistir até a última gota de sangue (...) Quando elas começaram a arrancar a bandeira alguns dos nossos quase caíram para defendê-la, então jogamos água benta e isto lhes deu novas forças”, lembrou.

Milhares de pessoas viram o filme na Internet e muitos acharam que a agressão abortista-feminista foi um testemunho palpável da ação de Satanás na vida hodierna.

Vitória final dos jovens católicosSegundo Pablo, após essa experiência, todos os jovens saíram fortalecidos e decididos a “viver a vida como ela verdadeiramente é: um combate, uma milícia”.

“Acredito que é hora de acordarmos, de tomar consciência de que se nós [os católicos] não o fazemos, ninguém o faz (...) o mundo aguarda de nós que vamos a conquistá-lo”, concluiu.


Veja as cenas dessa resistência que honra o nome católico:



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sábado, 15 de novembro de 2008

Conservadores enchem seminários na Grã-Bretanha

Novas vocações, Blackfriars, Grã-Bretanha
Segundo o colunista religioso Damian Thompson, do grande diário “The Daily Telegraph” de Londres, uma inesperada luz de esperança está se acendendo, em meio à crise religiosa. E é precisamente nos seminários.

Thompson lamenta, como muitos ingleses, a degringolada dos seminários no período pós Concílio Vaticano II.

Mas, agora, a tendência se inverteu. Ou tal vez está voltando ao que seria normal. Os seminários “progressistas”, “liberados”, “pra frente”, “de vanguarda” que foram fontes de tantos escândalos e má doutrina, quase todos fecharam ou não atraem quase mais ninguém.

E, eis a esperança, os novos seminaristas pedem precisamente o que em nome da modernidade tinha sido jogado pela janela.

I. é, disciplina, ortodoxia, batina ou hábito, seriedade, espiritualidade, ordem litúrgica, modelos tradicionais de compostura, beleza e santidade. E os seminários que oferecem isso estão enchendo na Grã-Bretanha.

A tendência, obviamente, arrepia os cabelos dos clérigos que para parecerem modernos e jovens jogaram tudo pela janela. Estes agora descobrem que o futuro não passa por eles, mas sim pelos jovens que querem a tradição.

Novos frades dominicanos, CambridgeSegundo Thompson os seminários ingleses dos anos 80 e 90 foram dirigidos por um “politburo” (como na falida ex-URSS) assesorado por mulheres cujas preferências litúrgicas – diz isso com ironia britânica ‒ iam não precisamente do lado bom da Wicca.

Hoje, tudo vira. Nos seminários “progressistas” os alunos admiravam em secreto belas fotografias de paramentos tradicionais. De público tinham que usar o uniforme obrigatório dos seminários “pra frente”: camiseta e jeans, como qualquer um da rua.

A ficção não durou. Os reitores esquerdistas, segue Thompson, foram se retirando pela idade. As “consultoras pastorais” meio-Wicca caíram em desgraça. Os jovens só entram se o seminário é tradicional.

A autodenominada “Igreja do futuro” perde a batalha, e o futuro do clero é decididamente tradicional. Thompson ficou impressionado com os seminaristas de Allen Hall, Westminster. Eles são mais conservadores que os professores.

Merton Chapel, Missa em latim, procissão de entrada ©Fr Lawrence OPEle viu o mesmo no English College de Roma, de onde costumam sair os futuros bispos. Por toda parte respira-se a aspiração de pôr fim à confusão nas liturgias. E o olhar dos seminaristas volta-se cada vez mais para a Missa em latim, ouviu ele dizer.

As dioceses esquerdistas inglesas, auto-proclamadas sedes de diálogo e da escuta, cansaram de pôr para fora estes seminaristas conservadores que desmentem os mitos “progressistas”. Então, suprimiram de vez os seminários, e passam as funções do clero a simples leigos. Para Thompson, não sem sarcasmo, isso é preferir a “máfia da mediocridade” à Igreja.

Porém, mais e mais seminaristas conservadores estão sendo ordenados. E daqui a pouco se porá o problema: a quem sagrar bispo? Do jeito que vão as coisas, Thompson considera que só haverá candidatos conservadores para ocupar os tronos episcopais no clero da Inglaterra.

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sábado, 8 de novembro de 2008

A tiara e as chaves no brasão da Cidade do Vaticano

Brasão do Estado da Cidade do Vaticano
O Estado da Cidade do Vaticano tem um brasão. O jornal vaticano "L'Osservatore Romano" vem de nos relembrar a origem dele.

Ele se compõe com duas chaves cruzadas, a tiara pontifícia sobre fundo vermelho e a inscrição “Estado da Cidade do Vaticano” e uma estrela de oito pontas.

A tiara, também conhecida como “triregno” (literalmente tríplice reinado) está composta de três coroas e leva no topo um globo com a cruz.

É a coroa própria dos Papas.

É uma coroa única no mundo.

Coroas semelhantes à tiara já foram usadas na Antiguidade, inclusive por egípcios, partos, armênios e frigios.


Tiara de Pio VIIO Antigo Testamento ensina que Deus disse a Moisés: “Farás também uma lâmina do mais puro ouro, na qual farás abrir por mão de gravador: ‘Santidade ao Senhor’. E atá-la-ás com uma fita de jacinto e estará sobre a tiara, iminente à testa do pontífice. E Arão levará sobre si. E sempre esta lâmina estará sobre a sua testa para que o Senhor lhe seja propício” (Ex, 28, 36-37).

Aarão, irmão de Moisés é o arquétipo de Sumo Sacerdote e prefigura os Papas instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo na pessoa de São Pedro, e continuado por seus sucessores de Roma.

O Papa Sérgio III (904-911) fez cunhar moedas com a imagem de São Pedro com tiara. Na basílica inferior de São Clemente, em Roma, um fresco do fim do século XI apresenta o Papa Adriano II (867-872) com a tiara.

A primeira coroa da tiara reúne simbolicamente a jurisdição eclesiástica do Papa e a coroa do governo temporal sobre os feudos pontifícios.

Bonifacio VIII (1294-1303), que sofria execrável revolta do rei da França Filipe o Belo, acrescentou a segunda coroa, para sublinhar que a autoridade espiritual do Papa está por cima da autoridade temporal dos reis.

Bento XII (1334-1342) acrescentou a terceira coroa para simbolizar a autoridade efetiva do Papa sobre todos os soberanos, o que inclui o poder de instituí-los (como fez São Leão III com Carlos Magno imperador) ou destituí-los (como São Gregório VII com o imperador Henrique IV).

As três coroas representam também a potestade máxima na Ordem do Sacerdócio, na Jurisdição (ou poder de mando) Universal e no Magistério Supremo, exclusivos do Sumo Pontífice.

No século XIII foram acrescentadas as fitas posteriores. Elas evocam as fitas que na Antiguidade cingiam a cabeça dos sacerdotes.

A tiara era imposta ao novo Papa pelo Cardeal protodiacono pronunciando a seguinte fórmula: “Recebe a tiara ornada com três coroas e sabe que és o pai dos príncipes e dos reis, o reitor do mundo, o vigário na terra do Salvador nosso Jesus Cristo, ao qual se deve todo honor e toda glória pelos séculos dos séculos”.

Em virtude destes significados, a tiara foi particularmente odiada pelos inimigos da Igreja e de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, em sentido contrário, ela foi amada até a efusão do sangue pelos santos e pelos fiéis especialmente devotados ao sucessor de Cristo.

Tiara do Beato Pio IX, doada pela BelgicaNações e dioceses fizeram questão de doar mais ricas e esplendorosas tiaras ao Pai comum da Cristandade. Por isso há várias tiaras. Elas competem em arte, beleza e riqueza. Alguns Pontífices sobremaneira amados ganharam mais de uma, como o bem-aventurado Pio IX. Várias se conservam no Vaticano.

A tiara não era usada no dia-a-dia, mas nas solenidades. O último a usá-la de público foi S.S. Paulo VI na basílica de São Pedro no dia 30 de junho de 1963.

Em 13 de novembro de 1964, na terceira sessão do Concílio Vaticano II, o secretário do mesmo, Mons. Pericle Felici, anunciou que o Papa Paulo VI doava sua tiara aos pobres.

Então Paulo VI desceu do trono e depôs a tiara sobre a mesa do altar em meio às aclamações dos padres conciliares. Aquela tiara lhe fora presenteada pela arquidiocese de Milão, da qual ele foi arcebispo, com o contributo dos fiéis até dos mais humildes e sacrificados. Desde então, nem ele nem seus sucessores, nunca mais a usaram.

Desde a eleição de S.S. João Paulo I, em agosto de 1978, a cerimônia da coroação foi substituída pela simples imposição do pálio.

A mais antiga representação das chaves cruzadas tendo sobre si a tiara é tempo do pontificado de Martinho V (1417-1431). O sucessor, Eugenio IV (1431-1447), cunhou esse emblema numa moeda de prata, conhecida como o “grosso papale”.

As chaves simbolizam os poderes dados ao Papa por Nosso Senhor Jesus Cristo Evangelho (Mat, 16-19).

Uma chave é dourada e significa que o Papa tem o poder supremo na ordem espiritual. A chave de prata indica que o Poder supremo do Papa sobre a ordem temporal é circunscrito a tudo aquilo que se refere à Fé e à Moral, conservando a ordem temporal sua autonomia naquilo que excede esses campos superiores. A chave dourada passa por cima da chave de prata.

As duas chaves condensam todos os poderes do Papa.

Há pelo menos oito séculos, os Papas têm seu próprio brasão pessoal. No atual de S.S. Bento XVI figura uma concha, a cabeça de moro e um urso. Ficaram as chaves, mas a tiara desapareceu, no seu lugar há uma mitra e também o pálio.

(Fonte: L'Osservatore Romano, 10 agosto 2008)


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sábado, 1 de novembro de 2008

Aristocratismo e majestade dos cisnes dão categoria ao Parque Ibirapuera

Cisne negro
Mais 30 filhotes de cisnes negros estão no lago do concorrido Parque Ibirapuera, na cidade de São Paulo. O parque já tem por volta de 120 cisnes adultos.

Vilma Clarice Giraldi, diretora da Divisão de Fauna da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente explicou que “são aves ornamentais de muita beleza. Algumas pessoas dizem que deveríamos privilegiar espécies nativas, mas não entendemos assim. Esses cisnes embelezam o lago”.

Acertou!

Sem menosprezar as espécies nativas é preciso reconhecer que o cisne, como disse um matutino paulista, confere “ares de fábula ao Ibirapuera” (OESP, 9/10/08).

Por que é que o cisne dá esse tom de conto de fadas a um lago, e não uma ema ou um marreco?

Cisnes brancosBom se precisa explicar... basta bater o olho!

Mas há uma explicação racional.

“O pavão e o cisne simbolizam a nobreza ‒ de maneiras e graus diferentes ‒ porque ambos têm, inerentes a si, uma certa superioridade.

“O cisne é nobre pela sua extrema simplicidade. Ele tem a cor branca como ornato, mas o branco é a síntese de todas as cores.

“O cisne foi feito para viver na água, refletindo nela a sua formosura. Não há, entretanto, postura mais simples do que estar flutuando sobre as águas.

“As linhas do cisne são muito mais elegantes. Sobretudo seu pescoço apresenta a nota da altaneria.

“É um pescoço comprido que se volta para trás e olha com calma, do alto do seu ponto culminante, para os bichinhos que flutuam sobre a água, que lhe servirão de alimento.

“É muito bonito algo que move algo. Mas, quanto mais modesto é o que move, tanto mais nobre é a movimentação.

“O cisne com um discreto movimento de patas, desliza suavemente sobre as águas, deixando a nós ‒ homens ‒ picados por uma como que inveja.

“O cisne é majestoso por sua própria singeleza”.

Aplausos para essa entrada dos aristocratas do mundo animal no Parque Ibirapuera.



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sábado, 25 de outubro de 2008

O catolicismo está no âmago das grandes questões mundiais

700.000 jovens peregrinos a Lujan
No Japão o novo premiê conservador Taro Aso é católico. De nobre estirpe, é tido como “falcão”, morou no Brasil e fala o português.

Na Grã Bretanha, o Partido Trabalhista (socialista) anunciou projeto que permitiria a um católico ser rei visando lucros eleitoreiros. Na atual legislação um rei católico é sanhudamente proibido.

Na Índia, os fundamentalistas hindus estão fora de si diante do crescimento do catolicismo e martirizam incontáveis católicos.

Nos EUA, a recusa da comunhão aos católicos abortistas repercute a fundo na sorte dos candidatos.

Na Argentina, mais de 800.000 fiéis foram a San Nicolás pelo 25º aniversário das aparições atribuídas a Nossa Senhora do Rosário e centenas de milhares de jovens foram a pé até a padroeira Nossa Senhora de Luján [foto] na semana da sua festa. A mídia local concluiu que o laicismo não tem mais vez no país.

Todos estes são sinais incipientes de que o futuro será genuína e intensamente católico, como Nossa Senhora prometeu em Fátima.

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sábado, 18 de outubro de 2008

Dons portentosos de Frei Galvão

Frei Galvão
O Santo Frei Galvão tinha conhecimento até de certos fatos passados à distância. Episódio engraçado ocorreu com um negro de Itu que, estando doente, fizera a promessa de, uma vez curado, levar uma vara de frangos a Frei Galvão.

Desejando cumprir a promessa, amarrou numa vara doze frangos e se pôs a caminho de onde estava Frei Galvão.

Aconteceu que, no caminho, três dos frangos escaparam. Dois foram facilmente recuperados pelo homem, mas, por mais que este se esforçasse, não conseguia agarrar o terceiro, que era carijó. No afã de o prender, gritou:

— Pare aí, frango do diabo!

Na mesma hora o frango se atrapalhou na fuga, e foi fácil recuperá-lo.

Na hora de oferecer os frangos ao Santo, este os ia recebendo e agradecia um a um. Mas, quando chegou a vez do carijó, Frei Galvão disse que não o aceitava.

Ante o espanto do homem, explicou:

— Este, já o deste ao diabo.

O negro, confuso, levou de volta o carijó, e que este por certo morreu de velho, porque ninguém quereria se alimentar com carne que Frei Galvão recusara por ter sido entregue ao demônio.

Frei GalvãoUm dia, sendo Frei Galvão já bem idoso, tocou o sino do Recolhimento, convocando os fiéis para uma oração fora dos horários habituais. Explicou aos que acorreram que havia rebentado em Portugal uma Revolução, e pediu que todos rezassem.

Que revolução foi essa? Muito provavelmente a de 1820.

Parecia também ter prodigioso conhecimento à distância de certas necessidades dos fiéis, levando a eles imediato socorro.

Uma jovem de São Paulo queria ingressar na vida religiosa, mas enfrentava inflexível oposição dos pais.

Um dia em que novamente lhe negaram a autorização para seguir a vocação, ela chorando se retirou ao seu quarto e rezou, pedindo a Deus que enviasse Frei Galvão em seu auxílio.

Inesperadamente chega Frei Galvão à casa e se apresenta aos pais da moça. Demonstrando estar ciente de tudo o que ocorrera, obteve licença para que ela ingressasse no Recolhimento da Luz.

Em outra ocasião estavam as religiosas da Luz cantando o Ofício, quando perderam o tom. Por mais que se esforçassem, não conseguiam retomá-lo.

As normas não permitiam interromper o Ofício. Seria indispensável continuarem a rezá-lo de modo recitativo, não cantado.

Frei Galvão no convento da LuzEis que, nesse momento, aparece entre as freiras Frei Galvão, que entoa novamente o salmo e somente se retira depois de terem todas acertado o tom e prosseguido sem dificuldades.

O curioso é que nenhuma das Irmãs soube explicar como Frei Galvão se encontrava dentro do convento, uma vez que a portaria estava fechada e a Irmã porteira estava, com as outras, no coro.


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sábado, 11 de outubro de 2008

Jovens brasileiros ressuscitam música antiga

Alaude
Cada vez mais jovens paulistas vêm se dedicando à música antiga, embora os mais velhos achem retrógrado.

Eles jovens procuram melodias de épocas passadas, sobre tudo da Idade Média, do Renascimento e do período barroco, para as quais não há bem partituras, ou é difícil achar os instrumentos certos.

A tendência se reproduz nas cidades mais modernas do país.

Cravos, alaúdes e flautas de outros séculos voltam a ver a luz especial-mente recriados para atender a nova tendência.

Na Idade Média a música profana nasceu sob o bafejo inspirador do gregoriano. As notações eram simples.

O gregoriano criou a base da notação musical, porém dava mais importância ao “pneuma”, original desenho que transmitia a “alma” da partitura.

O mesmo acontecia com a música profana, com a diferença que de esta última ficaram poucos registros.

CravoA inspiração, o talento, as inúmeras e cambiantes circunstâncias do momento faziam com que de uma mesma partitura brotassem pelo talento do artista interpretações originais, tal vez ouvidas só uma vez na história.

Nos séculos seguintes exagerou-se no outro sentido: o de pôr acima de tudo a anotação escrita, aliás, boa e necessária.

Os luthiers (artesãos que fazem instrumentos de cordas, como o alaúde) de hoje constroem instrumentos o mais parecidos com os dos séculos XVII e XVIII.

Eles não pertencem a velhas linhagens de artesões, mas partem de zero.

É um renascer da tradição a partir da saudade de algo que as novas gerações não conheceram mas se perguntam por quê deixou de existir.

As vendas triplicaram no Brasil, porém, a maioria vai para o exterior. Há fila de espera de muitos meses.

E o público geral também apetece esta música pouco poluída pelos ritmos agressivos da modernidade.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Califórnia: estudantes que defendem a família tradicional enfrentam com fidalguia as provocações de militantes homossexuais

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley University
O Estado da Califórnia, um dos maiores dos EUA vai definir em plebiscito uma proposta de emenda constitucional estadual que define o casamento como a união de um homem com uma mulher.

A proposta tem sérias chances de passar. Por isso, a intolerância homossexual perde as estribeiras.

O plebiscito ocorrerá em novembro, junto com a eleição presidencial.

Os habitantes da Califórnia, no ano 2000, aprovaram em referendo o Defence of Marriage Act, lei que define o matrimônio como sendo a união de entre um homem e uma mulher.

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley UniversityOs deputados estaduais tentaram passar outra lei que introduzia o casamento homossexual.

O golpe para burlar a vontade popular foi demais. O próprio governador Arnold Schwarzenegger, embora partidário desse “casamento” anti-natural, vetou essa lei que violentava o respeito básico da vontade popular.

Foi então a vez dos juízes do Supremo Tribunal da Califórnia. Estes, movidos por razões ideológicas anti-cristãs e anti-democráticas instalaram esse falso casamento na legislação.

O golpe teve ares de molecagem. Pois abusava do poder do ínclito Judiciário voltando-o contra a ordem social e a vontade manifesta da população. Assim agem os promotores da “cultura da morte”: o povo não aceita democraticamente, então que a democracia e o povo vão às favas!

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley UniversityMas os californianos que amam a família não se intimidaram e reuniram as assinaturas necessárias para este plebiscito.

Se ele for bem sucedido porá fim as molecagens de políticos e juízes ideologizados anti-vida.

Nas campanhas pela família tradicional nos campos universitários da Califórnia, os jovens da Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade ‒ TFP, vem sofrendo assaltos do ódio e da intolerância homossexual.

Mas eles aumentam em coragem e continuam sua campanha com excelente acolhida entre os estudantes do Estado.

O clip seguinte é uma prova flagrante.



Mais dados na página da 'Campanha pelo Casamento' da TFP americana.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Os estigmas do Padre Pio: holocausto pelos maus eclesiásticos, alguns dos quais o perseguiram





O Padre Pio de Pietrelcina recebeu em 1918 os estigmas de Jesus Crucificado, segundo informou a agência Zenit (22/9/08).

Foi durante uma aparição em que Nosso Senhor o convidou a unir-se à sua Paixão para participar da salvação sobre tudo dos eclesiásticos.

O dado foi esclarecido após a recente abertura dos arquivos do antigo Santo Ofício de 1939 (atual Congregação para a Doutrina da Fé).

De fato, o santo foi muito perseguido por seguidores dos autodenominados “progressistas” fautores da crise que abala a crise da Igreja. Eles abriram processos contra o Padre Pio nessa Congregação.

O fenômeno místico está descrito no livro “Padre Pio sotto inchiesta. L'autobiografia segreta” do sacerdote historiador italiano Francesco Castelli.

Padre PioO testemunho do santo foi recolhido por D. Raffaello Carlo Rossi, bispo de Volterra e Visitador Apostólico enviado pelo Santo Ofício para “inquirir” em secreto o Padre Pio.

O bispo julgou que a origem do fato extraordinário era divina, desmentindo ponto por ponto as hipóteses contrárias espalhadas pelo Pe. Agostino Gemelli. Este desqualificava os estigmas como mero “fruto da sugestão”.

O Padre Pio descreveu assim o acontecido:

“Em 20 de setembro de 1918, depois da celebração da Missa, ao entreter-me para fazer a ação de graças no Coro, em um momento fui assaltado por um grande tremor, depois voltei para a calma e vi Nosso Senhor com a postura de quem está na cruz.

“Não teria me impressionado se tivesse a Cruz, lamentando-se da falta de correspondência dos homens, especialmente dos consagrados a Ele e, por isso, mais favorecidos.

Corpo do Padre Pio na urna de cristal“Assim se manifestava que ele sofria e que desejava associar as almas à sua Paixão.

“Convidava-me a compenetrar-me com suas dores e a meditá-las: ao mesmo tempo , a ocupar-me da saúde dos irmãos. Imediatamente me senti cheio de compaixão pelas dores do Senhor e lhe perguntava o que podia fazer.

“Ouvi esta voz: 'Eu te associo à minha Paixão'. E logo depois, desaparecida a visão, voltei a mim, recobrei a razão e vi estes sinais aqui, dos quais pingava sangue. Antes não tinha nada.”

Corpo do Padre Pio na urna de cristalO Padre Pio relatou que em 7 de abril de 1913, Jesus, com “uma grande expressão de desgosto no rosto”, olhando para uma multidão de sacerdotes, disse-lhe:

“Eu estarei em agonia até o fim do mundo, por causa das almas mais beneficiadas por mim”.

Segundo o bispo Visitador, as feridas do Padre Pio não cicatrizavam.

Permaneciam inexplicavelmente abertas e sangrando, apesar de o frade ter tentado conter o sangue.

Corpo do Padre Pio no relicário de cristal“Isso testifica a favor de sua autenticidade, explica o Pe Castelli, porque o ácido fênico, que segundo alguns teria sido utilizado pelo Padre Pio para produzir as chagas, uma vez aplicado, acaba por consumir os tecidos, inflamando as áreas circundantes.”

“Das chagas se desprendia também um perfume intenso de violeta ao lugar do odor fétido causado pelos processos degenerativos, pelas necroses dos tecidos, ou pela presença de infecções”, completa o relatório.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Jovens católicos argentinos defendem Catedral de agressão de feministas, abortistas e lésbicas

Grande vitória moral obtiveram os jovens católicos argentinos da cidade de Neuquén (norte de Patagônia, capital do estado onde fica Bariloche). Eles vinham defendendo a vida contra as tentativas de impor o aborto no seu país.

Em 17 de agosto de 2008, militantes feministas, abortistas e lésbicas reuniram-se em Neuquén, no XXIII Encontro Nacional de Mulheres. Elas viram de todo o enorme país e de países vizinhos. Nesse domingo elas tentaram avançar por cima da catedral.

Os jovens perceberam que o percurso de uma passeata anunciada não era ingênuo. E decidiram resistir pacificamente rezando o terço nas portas prudentemente fechadas da Catedral. Quando a agressão aconteceu eles estavam lá.

Defesa da Catedral de Neuquén
Assim impediram toda profanação com garbo e coragem cristãos. Os slogans das agitadoras diziam tudo: “tirem seus terços dos nossos ovários”, “mulher que se organiza no passa mais camisas” ou “mulher escuta, une-te à luta”.

Os jovens católicos ficaram absolutamente por cima, malgrado as brutais e soezes provocações, insultos e agressões.

Milhares de pessoas de língua espanhola já viram este clip. Nelas ficou viva a impressão do auxílio sobrenatural que assistiu aos jovens lhes comunicando uma serenidade e uma grandeza de alma acima do habitual.

Também ficou claro para as testemunhas que o demônio existe e age por trás de pessoas de carne e osso, muitas vezes animadoras da “cultura da morte”, ou de certos governos populistas, esquerdistas, da América do Sul.

Veja as cenas dessa resistência que honra o nome católico:



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sábado, 13 de setembro de 2008

Católicos reagem no Tirol contra Museu de arte moderna que exibe crucifixo blasfemo

Bolzano, Luzes de Esperança
O Museu de Arte Moderna de Bolzano, Itália, instalou no seu ingresso uma obra que escarnece a Jesus Cristo.

Crucifixo blasfemo, BolzanoEle é figurado por uma “rã crucificada” de cor verde que segura um caneco de cerveja numa mão pregada na Cruz, um ovo na outra e mostra a língua.

O autor da blasfêmia é o alemão Martin Kippenberger.

Ele diz injuriosamente que a “obra” é uma sátira dos habitantes da região (Alto Adige, ou Tirol do Sul) “beberrões hipócritas, dedicados ao álcool e à blasfêmia, embora se digam católicos”.

A região é das mais católicas e conservadoras da Itália, e seus habitantes estão indignados.

Até os partidos políticos – ô surpresa! ‒ protestaram, o prefeito ameaçou fazer greve de fome e os Schutzen (associações de atiradores do Tirol) [foto] pretendiam sair em passeata.

Schutzen (associações de atiradores do Tirol)Os diretores do museu preferiram cobrir a “obra” com jornais. Poderiam, aliás, aproveitar o invólucro e jogá-la no lugar próprio: o lixo.

É o que desejam inúmeros tiroleses, que adoram Jesus Cristo e repudiam a absurda e blasfema sátira.


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terça-feira, 9 de setembro de 2008

"Pela família, a tradição e a religião": americanos se entusiasmam com Palin e conservadores passam na frente das pesquisas

Vjea, 10/9/08: Como este vulcão pode estar oculto?É uma corajosa mãe de cinco filhos que recusou o aborto do quinto filho atingido pela síndrome de Down. Ela é militante pela família e por valores cristãos, recusa o casamento entre homossexuais.

É jovem, bem apessoada e diz o que pensa sem se intimidar com a imprensa. Ela anunciou que aceitava a indicação de candidata a vice-presidente dos EUA e o mundo ficou abalado. Ela é Sarah Palin.

Durante mais de um ano a mídia agiu como um rolo compressor para impor o candidato anti-vida Barack Obama na presidência dos EUA.

Mas quando falou Sarah Palin, jovem governadora do pouco povoado Estado de Alaska, a “Veja” (10/9/08, foto) perguntou um pouco estonteada: “Como pôde este vulcão estar oculto?”

Por baixo das camadas de asfalto que a propaganda anti-vida e anti-família aplica encima da realidade ‒ e pensamos antes de tudo na brasileira ‒ há ocultos verdadeiros vulcões de bom senso, de espírito familiar, de cordura, de religiosidade e de catolicismo. E quando essas camadas de asfalto deixam passar uma filtração, o que jorra são gêiseres de sensatez e conservadorismo. Tal é o caso da formidável acolhida que recebeu Sarah Palin.

Sarah Palin com sua famíliaSegundo o reputado diário espanhol “El País” (4/9/08), Sarah pôs no centro do debate americano “assuntos mais apaixonantes como o aborto, a educação sexual, a religião, a tradição, a família”. Por outro lado, ficou patente que Barack Obama “é o candidato mais à esquerda de toda a história”. Leia-se o mais anti-vida que já apareceu.

Sarah é contra o aborto em todos os casos. Ela é antes de tudo pela família.

Mas também gosta de comer hambúrguer feito com carne de alce, iguaria muito apreciada no seu Estado. Isso deixa histéricos os ecologistas mais insensatos. Ela defende o ensino do criacionismo nas escolas, gosta de caçar, e seu filho primogênito está indo combater no Iraque com o encorajamento da mãe.

Certa grande mídia escrita estrubuchou. Lógico, só espalha notícias com viés anti-vida... Mas pesquisa USA Today/Gallup mostrou que o "efeito Palin" mudou tudo: a chapa de Sarah Palin passou na frente com 50% contra 46% do arqui-embobado e ultra-esquerdist anti-vida Barack Obama.

“Expulsai a natureza, e ela voltara ao galope”, diz um ditado francês. Expulsai a vida, e ela voltará com a força de um vulcão, é o que diz o exemplo de Sarah Palin.

É um encorajamento para todos os que lutamos pela vida, pela família e pelo respeito da religião no nosso tão sofrido Brasil.

Do blog Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião


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sábado, 6 de setembro de 2008

O retorno da comunhão de joelhos e na boca progride na Igreja. A comunhão na mão erode a Fé, dizem prelados

Bento XVI distribui comunhão na boca, VaticanoA distribuição da Santa Comunhão de joelhos e na língua será norma nas liturgias pontifícias, informou Mons. Guido Marini, mestre de cerimônias do Vaticano.

A comunhão de joelhos põe em relevo “a verdade da presença [de Nosso Senhor Jesus Cristo] na Eucaristía e ajuda a devoção dos fiéis” declarou ele ao “L'Osservatore Romano”.

Por sua vez, Mons. Malcolm Ranjith, secretá-rio da Congregação para o Culto Divino, disse ao diário “La Repubblica” que a recepção da hóstia na mão leva o fiel a achar que é pão normal.

A esses argumentos teológico-litúrgicos acresce a penetração na Igreja da metafísica igualitária que polui a sociedade. Ela foi denunciada muitas vezes, por exemplo a respeito dos “grupos proféticos” que espalharam a subversão na Igreja, ou da Teologia da Libertação também de fundo marxista.

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sábado, 30 de agosto de 2008

Coroação do novo rei de Tonga faz luzir a sacralidade do poder temporal

Rei de Tonga coroado pelo Arcebispo, Luzes de Esperança
No minúsculo reino de Tonga, Polinésia, foi coroado o novo rei George Tupou V [foto].

Ele foi ungido, recebeu o cetro, o anel e a coroa ornada de flo-res de lis e encimada por uma cruz do arcebispo – infelizmente anglicano.

Entre 1000 convidados de honra, figuravam o príncipe imperial japonês Naruhito e o duque de Gloucester, da Grã-Bretanha.

O rei portava culottes de seda, condecorações e longa capa bordada de ouro e forrada de arminho, carregada por jovens pajens. 21 disparos de canhão, o revoar dos sinos e o entusiasmo do povo saudaram a coroação.

A cerimônia evocou em modesta escala as pompas da realeza britânica, herdadas da Idade Média católica.

A chefia do Estado tem uma sacralidade intrínseca e para atingir seus fins deve se guiar pela Lei Divina. O laicismo anti-cristão que infecciona Ocidente após a Revolução Francesa é a causa das continuadas degradações nos governos.

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domingo, 24 de agosto de 2008

Educação no lar cresce no mundo todo e pode vir a ser liberada no Brasil


Mais de um milhão de crianças nos EUA recebem dos seus próprios pais formação escolar em casa com excelentes resultados: é o homeschooling.

Os pais temem que os filhos se corrompam nas escolas públicas ou até nas privadas e/ou católicas. O homeschooling progride também no Canadá, Austrália, Inglaterra, Irlanda, México, Filipinas, Japão, República Checa, Alemanha, Colômbia e Índia. segundo a UNESCO mais de 2 milhões de crianças se beneficiam com esta educação.

Homeschooler na AustráliaTrês líderes do homeschooling católico visitaram o Vaticano onde receberam encômios de cardeais e bispos.

Mons. Karl Josef Romer, do Pontifício Conselho pela Família, disse: “eu admiro verdadeiramente os pais que assumem esta grave tarefa (...) são o mais perfeito modelo de maestros”, informou LifeSiteNews.

Entretanto, no Brasil, essa liberdade não existe e os pais que querem educar bem seus filhos no lar protegendo-os dos perigos das más escolas públicas podem ser processados criminalmente.

Entretanto, no início de junho, o deputados federais Miguel Martini (PHS-MG) e Henrique Afonso (PT-AC), protocolaram projeto de lei na Câmara que regulamenta a educação domiciliar no país, abrindo espaço legal para esta prática hoje tão salutar.

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domingo, 10 de agosto de 2008

Uma oração por Marcela... e pelas muitas outras crianças que podem vir a ser vítimas do aborto

Marcela de Jesus Ferreira segura o terço, Valores inegociáveis
Elevemos a Deus, pelas mãos maternais de Nossa Senhora a onipotência suplicante, uma oração fervorosa pelo repouso eterno da menina Marcela de Jesus Ferreira, que faleceu em 1 de agosto, na Santa Casa de Franca, SP.

Uma oração cheia de confiança!

Porque Marcela nasceu ‒ contrariamente ao que teriam querido os fanáticos do aborto ‒ foi batizada e recebeu um nome de família. Morreu como uma filha de Deus, como uma genuína brasileira.

Nossa Senhora da Proteção, França, Valores inegociáveisA doutrina tradicional e imutável da Igreja Católica nos fornece uma certeza consoladora. Tendo entregado o espírito em tão curta idade, neste instante a alma inocente de Marcela está no Céu, usufruindo dos gáudios inefáveis da bem-aventurança eterna.

E desde lá intercede por todos nós que nos encomendamos a ela.

Marcela tinha um ano e oito meses. Padecia de malformação severa do cérebro e do crânio. Ao nascer, o diagnóstico apontou anencefalia. Morreu de parada cardiorrespiratória. Seu sepultamento foi acompanhado por mil e quinhentas pessoas.

Seu exemplo e da sua valorosa família católica e brasileira animou os defensores da vida. Encorajou-os a lutar com mais ardor para impedir uma campanha reles que visava legalizar o aborto sob pretexto de anencefalia.

Envolvida pelo amor familiar, Marcela viveu muito além do esperado infringindo ao abortismo eficaz desmentido. Os juízes que autorizavam o aborto com pretexto de anencefalia passaram a se retrair vendo o exemplo de vida de Marcela.

Marcela de Jesus Ferreira nos braços da mãe. Valores inegociáveisRezemos pela sua mãe dona Cacilda Galante Ferreira que, ao saber do decesso da sua filhinha, pode afirmar com tranqüilidade de consciência: “estou tranqüila, não triste, pois eu cuidei dela até quando Deus quis”.

Rezemos pelo seu pai Dionísio e seus parentes mais próximos que auxiliaram Cacilda nos seus desvelos para sustentar Marcela até o momento que fechou os olhos para esta terra e os abriu para o Céu.

Velório de Marcela. Valores inegociáveisMas rezemos ‒ e lutemos ‒ de um modo muito especial por todas as crianças que estão em perigo de serem abortadas.

Para que Nossa Senhora afaste o flagelo da matança de inocentes brasileiros que quer se ampliar ainda mais com projetos de lei no Congresso Nacional.

Quantas dessas crianças abortadas são jogadas no lixo hospitalar sem batismo, sem nome, sem nunca poderem dizer que são filhos e filhas da nossa terra brasileira? A pergunta causa horror.

Rezemos, pois, com renovado fervor a Nossa Senhora e aos Santos Inocentes massacrados por ordem do cruel rei Herodes em ódio a Jesus Cristo e que estão nos altares ouvindo nossas preces. Marcela rezará por nós.
Maria Santissma Bambina (Criança), Itália. Valores inegociéveis

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