sábado, 25 de outubro de 2008

O catolicismo está no âmago das grandes questões mundiais

700.000 jovens peregrinos a Lujan
No Japão o novo premiê conservador Taro Aso é católico. De nobre estirpe, é tido como “falcão”, morou no Brasil e fala o português.

Na Grã Bretanha, o Partido Trabalhista (socialista) anunciou projeto que permitiria a um católico ser rei visando lucros eleitoreiros. Na atual legislação um rei católico é sanhudamente proibido.

Na Índia, os fundamentalistas hindus estão fora de si diante do crescimento do catolicismo e martirizam incontáveis católicos.

Nos EUA, a recusa da comunhão aos católicos abortistas repercute a fundo na sorte dos candidatos.

Na Argentina, mais de 800.000 fiéis foram a San Nicolás pelo 25º aniversário das aparições atribuídas a Nossa Senhora do Rosário e centenas de milhares de jovens foram a pé até a padroeira Nossa Senhora de Luján [foto] na semana da sua festa. A mídia local concluiu que o laicismo não tem mais vez no país.

Todos estes são sinais incipientes de que o futuro será genuína e intensamente católico, como Nossa Senhora prometeu em Fátima.

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sábado, 18 de outubro de 2008

Dons portentosos de Frei Galvão

Frei Galvão
O Santo Frei Galvão tinha conhecimento até de certos fatos passados à distância. Episódio engraçado ocorreu com um negro de Itu que, estando doente, fizera a promessa de, uma vez curado, levar uma vara de frangos a Frei Galvão.

Desejando cumprir a promessa, amarrou numa vara doze frangos e se pôs a caminho de onde estava Frei Galvão.

Aconteceu que, no caminho, três dos frangos escaparam. Dois foram facilmente recuperados pelo homem, mas, por mais que este se esforçasse, não conseguia agarrar o terceiro, que era carijó. No afã de o prender, gritou:

— Pare aí, frango do diabo!

Na mesma hora o frango se atrapalhou na fuga, e foi fácil recuperá-lo.

Na hora de oferecer os frangos ao Santo, este os ia recebendo e agradecia um a um. Mas, quando chegou a vez do carijó, Frei Galvão disse que não o aceitava.

Ante o espanto do homem, explicou:

— Este, já o deste ao diabo.

O negro, confuso, levou de volta o carijó, e que este por certo morreu de velho, porque ninguém quereria se alimentar com carne que Frei Galvão recusara por ter sido entregue ao demônio.

Frei GalvãoUm dia, sendo Frei Galvão já bem idoso, tocou o sino do Recolhimento, convocando os fiéis para uma oração fora dos horários habituais. Explicou aos que acorreram que havia rebentado em Portugal uma Revolução, e pediu que todos rezassem.

Que revolução foi essa? Muito provavelmente a de 1820.

Parecia também ter prodigioso conhecimento à distância de certas necessidades dos fiéis, levando a eles imediato socorro.

Uma jovem de São Paulo queria ingressar na vida religiosa, mas enfrentava inflexível oposição dos pais.

Um dia em que novamente lhe negaram a autorização para seguir a vocação, ela chorando se retirou ao seu quarto e rezou, pedindo a Deus que enviasse Frei Galvão em seu auxílio.

Inesperadamente chega Frei Galvão à casa e se apresenta aos pais da moça. Demonstrando estar ciente de tudo o que ocorrera, obteve licença para que ela ingressasse no Recolhimento da Luz.

Em outra ocasião estavam as religiosas da Luz cantando o Ofício, quando perderam o tom. Por mais que se esforçassem, não conseguiam retomá-lo.

As normas não permitiam interromper o Ofício. Seria indispensável continuarem a rezá-lo de modo recitativo, não cantado.

Frei Galvão no convento da LuzEis que, nesse momento, aparece entre as freiras Frei Galvão, que entoa novamente o salmo e somente se retira depois de terem todas acertado o tom e prosseguido sem dificuldades.

O curioso é que nenhuma das Irmãs soube explicar como Frei Galvão se encontrava dentro do convento, uma vez que a portaria estava fechada e a Irmã porteira estava, com as outras, no coro.


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sábado, 11 de outubro de 2008

Jovens brasileiros ressuscitam música antiga

Alaude
Cada vez mais jovens paulistas vêm se dedicando à música antiga, embora os mais velhos achem retrógrado.

Eles jovens procuram melodias de épocas passadas, sobre tudo da Idade Média, do Renascimento e do período barroco, para as quais não há bem partituras, ou é difícil achar os instrumentos certos.

A tendência se reproduz nas cidades mais modernas do país.

Cravos, alaúdes e flautas de outros séculos voltam a ver a luz especial-mente recriados para atender a nova tendência.

Na Idade Média a música profana nasceu sob o bafejo inspirador do gregoriano. As notações eram simples.

O gregoriano criou a base da notação musical, porém dava mais importância ao “pneuma”, original desenho que transmitia a “alma” da partitura.

O mesmo acontecia com a música profana, com a diferença que de esta última ficaram poucos registros.

CravoA inspiração, o talento, as inúmeras e cambiantes circunstâncias do momento faziam com que de uma mesma partitura brotassem pelo talento do artista interpretações originais, tal vez ouvidas só uma vez na história.

Nos séculos seguintes exagerou-se no outro sentido: o de pôr acima de tudo a anotação escrita, aliás, boa e necessária.

Os luthiers (artesãos que fazem instrumentos de cordas, como o alaúde) de hoje constroem instrumentos o mais parecidos com os dos séculos XVII e XVIII.

Eles não pertencem a velhas linhagens de artesões, mas partem de zero.

É um renascer da tradição a partir da saudade de algo que as novas gerações não conheceram mas se perguntam por quê deixou de existir.

As vendas triplicaram no Brasil, porém, a maioria vai para o exterior. Há fila de espera de muitos meses.

E o público geral também apetece esta música pouco poluída pelos ritmos agressivos da modernidade.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Califórnia: estudantes que defendem a família tradicional enfrentam com fidalguia as provocações de militantes homossexuais

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley University
O Estado da Califórnia, um dos maiores dos EUA vai definir em plebiscito uma proposta de emenda constitucional estadual que define o casamento como a união de um homem com uma mulher.

A proposta tem sérias chances de passar. Por isso, a intolerância homossexual perde as estribeiras.

O plebiscito ocorrerá em novembro, junto com a eleição presidencial.

Os habitantes da Califórnia, no ano 2000, aprovaram em referendo o Defence of Marriage Act, lei que define o matrimônio como sendo a união de entre um homem e uma mulher.

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley UniversityOs deputados estaduais tentaram passar outra lei que introduzia o casamento homossexual.

O golpe para burlar a vontade popular foi demais. O próprio governador Arnold Schwarzenegger, embora partidário desse “casamento” anti-natural, vetou essa lei que violentava o respeito básico da vontade popular.

Foi então a vez dos juízes do Supremo Tribunal da Califórnia. Estes, movidos por razões ideológicas anti-cristãs e anti-democráticas instalaram esse falso casamento na legislação.

O golpe teve ares de molecagem. Pois abusava do poder do ínclito Judiciário voltando-o contra a ordem social e a vontade manifesta da população. Assim agem os promotores da “cultura da morte”: o povo não aceita democraticamente, então que a democracia e o povo vão às favas!

Caravana de estudantes pelo casamento tradicional, Berkeley UniversityMas os californianos que amam a família não se intimidaram e reuniram as assinaturas necessárias para este plebiscito.

Se ele for bem sucedido porá fim as molecagens de políticos e juízes ideologizados anti-vida.

Nas campanhas pela família tradicional nos campos universitários da Califórnia, os jovens da Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade ‒ TFP, vem sofrendo assaltos do ódio e da intolerância homossexual.

Mas eles aumentam em coragem e continuam sua campanha com excelente acolhida entre os estudantes do Estado.

O clip seguinte é uma prova flagrante.



Mais dados na página da 'Campanha pelo Casamento' da TFP americana.

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