segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Cidades lituanas entronizam a Jesus Cristo como Rei


A pequena cidade de Salcininkai, na Lituânia, entronizou a “Jesus Cristo como rei de nossa cidade e declarou, solenemente, que ele é seu soberano e protetor” [foto], nas palavras do prefeito da cidade, Zdzislav Palevic, citado pela agência Baltic News Service.

“Durante este período difícil, quando a crise atinge todo o mundo, o papel de Jesus é importante não apenas para a vida das pessoas, mas também para a vida política e cultural”, proclama o ato de entronização, adotado por unanimidade pela Câmara local.

Salcininkai imitou Vilnius, primeira cidade da Lituânia a entronizar a Cristo Rei. A Lituânia, pequeno país que sofreu a opressão da malfadada URSS, agora é hostilizada pela União Européia, em virtude de sua catolicidade e de sua resistência a leis imorais como a do perverso “casamento” homossexual.

Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Na festa de Nossa Senhora de Lourdes

Apenas Santa Bernadette viu, ouviu e falou com Nossa Senhora.

Mas, as multidões, acorrendo à gruta, vendo-a e imitando-lhe os gestos de piedade, tinham uma certeza inabalável da realidade das aparições.

Por assim dizer, os fiéis “viam” Nossa Senhora em Santa Bernadette, e experimentavam sua influência indizivelmente benéfica ao imitarem seus gestos.

A partir de então, Nossa Senhora continuou a exercer em Lourdes essa misteriosa ação de presença sobre os que lá vão rezar, a qual constitui talvez o maior milagre daquele privilegiado lugar onde o Céu osculou a Terra.

Por meio dessa ação, Ela restaura as forças de seus filhos e simples fiéis, impulsionando-os com sinais sensíveis a se somarem à coligação dos bons para pôr cobro ao reinado do caos infernal.

Se não visualiza corretamente os vídeos embaixo CLIQUE AQUI

AVE MARIA DE LOURDES



FINAL DA PROCISSÃO DAS VELAS




Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Na proximidade da festa de Lourdes: segurança da vitória

Malgrado todas as oposições, a devoção a Nossa Senhora de Lourdes só fez progredir nos últimos séculos.

Hoje é, de longe, o santuário mariano mais freqüentado da França e um dos mais visitados do mundo.

Milhões de fiéis vindos de todos os continentes ali afluem todos os anos. E com freqüência, no universo católico, encontram-se capelas ou grutas consagradas a Nossa Senhora de Lourdes.

O Prof. Chiron observa que, mesmo nestes anos de crise que vêm abalando a Igreja, em Lourdes “foram conservadas, de maneira ininterrupta, práticas religiosas desaparecidas em numerosas paróquias, ou até em dioceses: a recitação do terço, as procissões, a adoração e procissão do Santíssimo Sacramento”.

Em Lourdes, a Virgem Imaculada que esmaga perpetuamente a cabeça da serpente infernal está continuamente nos acenando para a vitória sobre o orgulho revolucionário. Promessa de vitória que Ela mesma veio renovar em Fátima, anunciando o triunfo do seu Imaculado Coração.

E isto após tremendas peripécias que poderão deixar o mundo num estado que lembrará uma cidade devastada, mas no qual o manto da misericórdia divina se estende sobre as almas penitentes e felizmente convertidas.

Lourdes será sempre pólo de luz, de esperança, de conforto e de prêmio para os que a ela se voltarem, nas condições que Nossa Senhora pediu a Santa Bernadette na admirável e miraculosa Gruta.


Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O Beija-Flor: jóia criada por Deus para nos incutir o desejo do Céu


“Certa vez, no terracinho de uma fazenda em Amparo, de repente um beija-flor parou no ar e começou a sugar o néctar das flores de uma trepadeira. Ele osculou flor por flor.

Com seu vôo semelhante ao trajeto de uma seta, ostentando um biquinho pontudo, o beija-flor descia e parava.

Tão inflexível e retilíneo no voar, ficava trêmulo na hora de sugar.

Começava com uma série de pequenos movimentos, esvoaçando em torno da flor e haurindo dela o mel que conseguia.

No seu bater de asas, nenhuma das vibrações repetia as outras. Dir-se-ia um instrumento musical tocando músicas sempre novas, uma composição nova que caracterizava o estilo beija-flor.


Refleti que ele tem lá suas regras que não conheço, e me perguntei quando cessaria essa movimentação. De repente, de modo inopinado, ele largava a flor.

Nesse abandonar tão completo, parecia que aquela flor nunca existira para ele, e sem a menor vacilação dirigia-se para outra.

Era a própria imagem da decisão: quando é hora de escolher, não hesita; quando é o momento de sugar, empenha-se e suga; quando é a ocasião de partir, abandona e rejeita.

Tão brasileiro nos movimentos, o beija-flor não conhece o sentimento nacional das saudades. Abandona a flor sem saudosismos, mas também sem rancor.


Tem-se a impressão de que, quando extraiu o último néctar, ficou liberado e voa como um foguete para outro lugar.

Tudo isso é realizado com tanta leveza, tanta delicadeza, tanta distinção, que dir-se-ia uma dança. De fato, é muito mais do que dança, é vôo.

Nessa espécie de “filmagem” em câmara lenta, cada um pode rememorar as impressões que conservou, vendo novamente o esvoaçar de um beija-flor.

Ficamos encantados ao observar que no universo dos animais há dois lindos exemplos de movimentos: um, o do leão que anda; outro, o do beija-flor que voa. Como são diversos! Quantos seres Deus criou para nos entreter!

O beija-flor azul e verde é uma jóia preciosa que Deus criou para o homem poder olhar, nunca segurar, e sentir o encanto da coisa fugidia que passa.

Neste vale de lágrimas, representa bem a esperança e nosso desejo do Céu.

A Providência divina criou nesta Terra de exílio vários seres fugazes, ótimos, mas que deixariam de ser ótimos se não fossem fugazes, para assim nos apresentar umas tintas do Céu.

Porque a Terra, sendo um lugar de exílio, não pode oferecer essa impressão celeste estavelmente. Deus teve pena de nós, e enviou-nos assim uns vaga-lumes do paraíso celeste, para acenderem e apagarem, e desse modo vislumbrarmos a felicidade celestial”.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “Catolicismo”, novembro 2009)


Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email